Por: Maria Luísa Abrantes
Data: 16/08/2026
Conversando com médicos que trabalham nas unidades hospitalares estatais , foi-me dito que os hospitais não tem nem gastáveis na quantidade necessária, nem sequer medicamento para os pacientes internados , porque são roubados pelo pessoal de saúde porque ganham mal .
Um dos médicos referiu , que quando receitava injeções , alguns de entre eles passaram entregar na mão dos pacientes . Porém , os( as) enfermeiros(as) , diziam as familiares que se não lhes pagassem , não as aplicavam .
– Aliás , se ganhamos todos muito mal , ( incluindo com o salário máximo) abaixo do salário mínimo de um camponês português , ou de um indivíduo residente que nunca contribuiu para a Segurança social na França , estão quase ninguém teria de pagar . . O salário minimo do trabalhador do campo angolano pode ser de 50 mil Kwanzas/ mês , mas o salário máximo é tão somente de cervs de 800 mil Kwanzas/mês antes de descontos.
– Agora vieram legalizar a verdade , isto é , que de facto não temos saúde pública gratuita para ninguém.
– Se por lei , só os que não puderem pagar a assistência médica e medicamentosa nas instituições hospitalares , é que terão direito a assistência médica gratuita , então seremos cerca de 99,9% da população a não pagar .
– Praticamente todos os angolanos não terão de pagar nada , excepto a minoria de menos de 0,1% , que enriqueceu sem causa , mas ainda assim , como estão habituados a usar só o dinheiro dos outros ( contribuintes), não só não se tratam em Angola , nem sequer para extrair um dente , como ainda por cima , vão de jacto privado fazer as consultas . O Chefe do Executivo ( que também é nosso empregado ) , para dar o exemplo, nem nos dá satisfação sobre os aviões que andam para cima e para baixo , para trás e para frente, , sob o título de “ visitas privadas “.
– Copiam tudo de Portugal, mas só o que convém , menos o que é bom . Em Portugal, o Estado comparticipa inclusive’ o pagamento dos residentes , quando tem de recorrer aos centros hospitalares privados .
– Que viva a “ nova “ Angola !


